GHOEM - GRUPO DE HISTÓRIA ORAL E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

 

 

Empório

Esta página do site do Grupo de Pesquisa “História Oral e Educação Matemática” tem a intenção de divulgar e comercializar alguns trabalhos produzidos por membros do GHOEM. Para adquirir esses materiais ou obter maiores informações sobre eles, basta contactar os autores ou algum membro do GHOEM. Os livros adquiridos são enviados pelo correio.


Mosaico, Mapa, Memória: ensaios na Interface História Oral-Educação Matemática
Organizador: Antonio Vicente Marafioti Garnica

Este é o primeiro livro eletrônico produzido pelo GHOEM. Seus capítulos são independentes mas mantém, de modo claro, a intenção coletiva de investigar as possibilidades da História Oral para a Educação Matemática. Reúne, ao mesmo tempo, textos que são apresentações de pesquisas já realizadas e ensaios cujos temas são as próprias concepções, procedimentos e fundamentações que subsidiam os exercícios de pesquisa apresentados. Trata-se, portanto, de um mosaico de produções cujo objetivo é configurar um mapa de esforços voltados a analisar uma metodologia e a tornar pública essa análise, visando a ampliar o quadro as interlocuções que tornaram esse livro possível.

O livro possui 12 capítulos:

1) (Entre)mentes, Nômade!
Antonio Carlos Carreca de Souza

2) Subjetividade... História...-oral
Carlos Roberto Vianna

3) Um cenário para as escolas rurais a partir de relatos de seus autores
Maria Ednéia Martins-Salandim

4) Veredas da História: cotidianos e memórias
Gilda Lúcia Delgado de Souza

5) A Matemática nas escolas alemãs de Blumenau (SC) no período de 1850 a 1940: memórias e história
Rosinéte Gaertner

6) Thompson e Joutard: duas vozes sobre as vozes do passado
Emerson Rolkouski e Heloisa da Silva

7) Ensaio em macramé: História Oral e Educação Matemática
Ivete Maria Baraldi

8) História Oral, memória, depoimentos: compreendendo uma não-análise
Ivani Pereira Galetti

9) Profissional docente: Humano, demasiadamente humano
Marisa Rezende Bernardes

10) Tendências na relação Escola-Família-Matemática
Michela Tuchapesk

11) Identidade cultural do professor de matemática a partir de depoimentos (1950-2000)
Silvia Regina Vieira da Silva

12) Transcriação e perspectivas de trabalho em História Oral
Helenice Fernandes Seara




Exercícios de Pesquisa: grupo "História Oral e Educação Matemática" (GHOEM)
Organizadores: Antonio Vicente Marafioti Garnica
e Silvia Regina Vieira da Silva

GHOEM é a sigla de um Grupo de Pesquisa. As pessoas que fazem parte deste grupo de pesquisa são as mais diversas sob quaisquer aspectos. GHOEM, entretanto, agrega alguns interesses básicos: é um grupo e História Oral que lida com Educação Matemática. Isso é importante situar para um leitor desavisado que venha a tomar contato com algum texto deste livro e, ao lê-lo, indague: -Mas não fala de matemática? A resposta para isso é que, para os membros do GHOEM, as coisas que fazemos têm em perspectiva a Educação Matemática. Educação Matemática é a "nossa cidade", ela é algo que vemos uns nos outros e faz com que nos reconheçamos como pessoas que possuem interesses em comum. A cidade é uma rede que favorece - ou não - as conexões entre pessoas. Para os surrealistas os vasos comunicantes e os campos magnéticos renderam imagens fortes... pensar que uma pressão exercida em certo ponto leva a um deslocamento em um ponto distante, ou pensar em invisíveis linhas de força que determinam deslocamentos... Como as pessoas se encontram? E o que elas têm a dizer umas às outras? Neste livros, os textos relatam encontros e deslocamentos. Este livro é uma cidade...

O livro possui, além da apresentação, 13 capítulos:

Apresentação
Gente, seres humanos. Corpos, textos, vidas
Carlos Roberto Vianna

1) Leituras e apropriações: a história oral na visão de educadores matemáticos
Luzia Aparecida de Souza

2) (Des)(Con)Textualizando o Centro de Educação Matemática - CEM (1989-1997): três Ensaios sobre Identidade na Educação Matemática
Heloísa da Silva

3) História da Educação Matemática em Goiás: uma narrativa sobre a constituição de cursos de formação de professores
Fernando Guedes Cury

4) Formação de professores de matemática, marginalidade e história oral: algumas relações
Maria Ednéia Martins-Salandim

5) Diálogos: Memórias entrelaçadas
Leoni Malinoski Fillos e Emerson Rolkouski

6) Instituições, Tempos e Práticas: estudo sobre um Grupo Escolar
Lidiane Camilo Sossolote e Antonio Vicente Marafioti Garnica

7) Memórias de Um Professor de Matemática: um diálogo entre depoimentos e transcriação
Helenice Fernandes Seara

8) Kixóvoku Ihikaxeovo Ihíkaxoti Kopénoti ou Nhadewa Nimboe Kó Oikuavavã Nimôruã: uma pesquisa em História Oral e Educação Matemática
Ivete Maria Baraldi e Jeruza Karla Garcia Giatti

9) As margens e as águas do rio Corumbataí: uma perspectiva de antigos moradores
Luciana Schreiner de Oliveira Zanardi

10) A Produção sobre análise de Livros Didáticos a partir de alguns Grupos de Pesquisa em História e Educação Matemática
Fábio Donizeti de Oliveira

11) O acervo de livros antigos do GHOEM: contribuições para a Educação Matemática
Vinícius Hirata e Maria Ednéia Martins-Salandim

12) Livro Didático de Matemática: perspectivas de sua criação pelos autores
Kary Simone Vorpagel

13) Algacyr Munhoz Mäder: quatro décadas de autoria de Livros de Matemática
Adilson Longen







Textos e Contextos: um esboço da CADES na História da Educação (Matemática)
Autoras: Ivete Maria Baraldi e Rosinéte Gaertner

A Campanha de Aperfeiçoamento e Difusão do Ensino Secundário (CADES) foi criada durante o governo de Getúlio Vargas, a partir do Decreto nº 34.638, de 14 de novembro de 1953. Tinha por objetivos difundir e elevar o nível do ensino secundário brasileiro, ou seja, tornar a educação mais ajustada aos interesses e necessidades da época, conferindo ao ensino eficácia e sentido social, bem como criar possibilidades para que os mais jovens tivessem acesso à escola secundária.
Dos meados da década de 1950 até o final da de 1960, a CADES prestou serviços à educação brasileira gerenciando a realização de cursos de treinamento para professores do ensino secundário, jornadas de diretores, simpósios de orientação educacional, encontros de inspetores do ensino secundário, cursos para secretários de estabelecimentos de ensino e ainda promoveu a publicação de um número significativo de obras voltadas para a formação dos professores da escola secundária.
Em Textos e Contextos: um esboço da CADES na História da Educação (Matemática) são apresentados os resultados de uma investigação na área da História da Educação (Matemática), na qual o olhar se voltou para compreender as ações da CADES quanto à formação dos professores, com ênfase na disciplina de Matemática. Inicialmente, a obra traz considerações históricas sobre a CADES, localizando-a desde sua criação até a sua extinção, bem como a extensão de suas ações. Para isto, são mobilizados materiais bibliográficos e depoimentos de professores que tiveram envolvimento com a CADES. Dezenas de livros publicados pela CADES foram localizados em acervos de bibliotecas brasileiras, sendo organizada uma listagem com títulos, datas, autorias e indicações de localização. Em linhas gerais, são sintetizados os livros produzidos pela CADES para o ensino de Matemática. Há ainda a resenha das dezenove edições da Revista Escola Secundária, importante material de divulgação dos ideais da Campanha.




Revista Pesquisa Qualitativa
Edição temática Memória História e Oralidade


Este número temático da Revista Pesquisa Qualitativa foi elaborado a partir das interlocuções entre pesquisadores e o Grupo de Pesquisa “História Oral e Educação Mateática” (GHOEM). Com a intenção de estudar e conhecer as potencialidades da História Oral para uma região específica de estudos - a Educação Matemática - foram formadas parcerias com pesquisadores de várias áreas e instituições de várias naturezas - universidades, arquivos, centros de memória, museus. A intenção dessas parcerias sempre foi conhecer o modo com a História Oral vem sendo pensada e efetivada em diferentes domínios do conhecimento, abordando temas pertinentes a cada uma dessas distintas áreas, segundo o enfoque de cada um desses pesquisadores e instituições.

A revista possui 6 artigos e uma resenha:

1) Sobre Mulheres-Bomba, Cabeças que rolam e Objetividade de Textos Historiográficos
Antonio Miguel

2) Narrativas da Modernidade
Antonio Carlos Carrera de Souza
Carla Delgado de Souza

3) Parcerias na Expressão Criadora: obra de arte e História Oral
Carmen Sílvia Guimarães Aranha

4) Uma Entrevista em Análise: Olhares Diversos
Alice Beatriz da Silva Gordo Lang (org.)
Olga Cabrera
Olga Rodrigues de Moraes von Simson
Marilda Aparecida Menezes

5) Pesquisa no Campo Educacional: dos documentos aos relatos orais
Zeila de Brito Fabri Demartini

6) Margens, Fronteiras e Passagens
Gilda Lúcia Delgado de Souza

RESENHA: História Oral e Educação Matemática: um inventário
Antonio Vicente Marafioti Garnica




Traços e paisagens: a educação matemática nas décadas de 1960 e 1970
Autores: Ivete Maria Baraldi e Antonio Vicente Marafioti Garnica

Trata-se da tese de doutorado de Ivete Maria Baraldi, com co-autoria de Antonio Vicente Marafiori Garnica, orientador do trabalho. O livro é composto por três volumes para permitir que o leitor escolha, ele próprio, a sequência de leitura. Assim, os volumes são independentes mas se complementam, cada um deles apresentando uma face da pesquisa que estuda a história da Educação Matemática - mais especificamente a formação e a atuação dos professores de Matemática - nas décadas de 1960 e 1970 na região de Bauru, estado de São Paulo. É, assim, um exercício de estilo que tenta manter, no impresso, as características de um hipertexto. Para a pesquisa, optou-se por mobilizar a História Oral (temática) como metodologia principal de investigação. Foram utilizadas fontes orais, na forma de depoimentos de professores de Matemática, e documentos escritos (revisão bibliográfica). Assim, são feitas considerações para uma configuração ”ampliada“ da noção de região e traçada uma configuração de base sobre a Região de Bauru, além de serem tratados, num esforço analítico, temas como a importância da ferrovia, a CADES, a Matemática Moderna, e a Lei 5.692/71, com o que se criam elementos que ajudam a esboçar os traços e paisagens anunciados no título da obra.




A experiência do labirinto:
metodologia, História Oral e Educação Matemática

Autor: Antonio Vicente Marafioti Garnica

O livro é a tese de livre-docência de Antonio Vicente Marafioti Garnica, apresentada no ano de 2005 à UNESP de Bauru. É, de modo sintético, um estudo crítico sobre as potencialidades da História Oral para as pesquisas em Educação Matemática. Para compreender e avaliar essa potencialidade, o autor parte de um estudo sobre a hanseníase, desenvolvido a partir do depoimento de Seu Nivaldo Mercúrio, ex-hanseniano internado compulsoriamente no Asilo Colônia Aymorés, situado em Bauru (SP). Mesmo curado da hanseníase, Seu Nivaldo optou por permanecer na colônia que ainda hoje mantém, junto a um hospital de referência no tratamento de doenças da pele, alguns dos hansenianos que moravam na antiga colônia. A partir desse estudo, características específicas da História Oral são apontadas e analisadas. O livro se encerra com um ensaio sobre o ”professor caipira“, um tema mais diretamente vinculado à Educação Matemática por ter como foco o professor que ensinava Matemática no interior do estado de São Paulo. Este ensaio mobiliza vários trabalhos desenvolvidos anteriormente no Grupo de Pesquisa ”História Oral e Educação Matemática“, todos eles mobilizando a História Oral como metodologia principal.




História Oral em Educação Matemática
Coleção “História da Matemática para Professores”

Autor: Antonio Vicente Marafioti Garnica

Trata-se de um volume publicado pela Sociedade Brasileira de História da Matemática (SBHMat), resultado do minicurso ministrado no Seminário Nacional de História da Matemáica (SNHMat). É uma elaboração, na forma de um manual, sobre a História Oral (HO) como recurso metodológico para a pesquisa em Educação Matemática. Mantendo a característica de um manual, seus tópicos discutem a natureza e os fundamentos de alguns procedimentos ”próprios“ à HO, mas visa, ao fim e ao cabo, fugir da forma de manual, dado que o autor acredita que abordagens metodológicas não se restringem a movimentos procedimentais a serem executados segundo certas diretrizes. O livro está esgotado.




Cartografias Contemporâneas
mapeando a formação de professores de matemática no Brasil

Organizador: Antonio Vicente Marafioti Garnica

Um grupo de pesquisadores - o GHOEM - Grupo História Oral e Educação Matemática se propõe uma tarefa: elaborar um mapeamento (histórico) sobre a formação e a atuação do professor de Matemática no Brasil. Nesse projeto, um conjunto de estudantes e professores que se dedicam à investigação em Educação Matemática elege um tema (muito vasto), uma metodologia (a História Oral) e uma meta (a constituição de uma cartografia histórica referente ao tema). Enfatizemos os componentes do projeto: pesquisar a formação e a atuação de professores de Matemática no Brasil, ao longo do tempo, utilizando testemunhos orais, mas sempre recorrendo também às mais diversificadas fontes, e produzir atos ou efeitos de mapear, ou seja, de compor mapas. Formação e atuação de professores de Matemática no Brasil, testemunhos e mapas: a essa tríade e às relações que o GHOEM vem com ela estabelecendo são dirigidas as reflexões que compõem este texto.
Os capítulos do livro são:

1) Formação e atuação de professores de Matemática, testemunhos e mapas
Maria Laura Magalhães Gomes

2) Cartografias Contemporâneas: mapear a formação de professores de Matemática
Antonio Vicente Marafioti Garnica

3) Sem Título
Carlos Roberto Vianna

4) Breve mas verídica história de uma pesquisa sobre como o professor se torna o professor que é: (im)possibilidades e (in)conclusões
Antonio Vicente Marafioti Garnica
Emerson Rolkouski

5) Um movimento, suas clareiras e desvãos: a expansão das licenciaturas pelo interior paulista e as concepções sobre a formação de professores de Matemática
Maria Ednéia Martins-Salandim
Antonio Vicente Marafioti Garnica

6) A formação do professor de matemática no Maranhão: das cartas de uma cartografia possível
Déa Nunes Fernandes
Antonio Vicente Marafioti Garnica

7) Histórias da Formação de Professores, em Goiás e no Tocantins, em duas pesquisas empreendidas pelo GHOEM
Fernando Guedes Cury

8) Revisitando uma região: traços da formação de professores de matemática no interior paulista
Ivete Maria Baraldi

9) Um Grupo Escolar, um olhar sobre a formação de professores
Luzia Aparecida de Souza

10) A formação do professor das escolas comunitárias teuto-brasileiras da região de Blumenau (SC)
Rosinéte Gaertner

11) Centro de Educação Matemática (CEM): formação continuada de professores de matemática em São Paulo nos anos 1980 e 1990
Heloisa da Silva

12) Educar e colonizar
Ivani Pereira Galetti

13) Formação de professores de Matemática: o espaço das Escolas Técnicas Agrícolas
Maria Ednéia Martins-Salandim




Ensaio sobre o ensino em geral e o de Matemática em particular
Autor: Silvestre-François Lacroix
Tradução: Karina Rodrigues
Posfácio e notas de Antonio Vicente Marafioti Garnica e Maria Laura Magalhães Gomes

Em 1805, Lacroix publicou seu Essais sur l'enseignement en general et sur celui des mathématiques en particulier, que teve duas edições posteriores ainda na primeira metade do século XIX. Esta versão, traduzida pela primeira vez, na íntegra, para o português, por Karina Rodrigues, é parte de um projeto de pesquisa do GHOEM para analisar obras antigas segundo um referencial metodológico específico: a Hermenêutica de Profundidade, cujas características estão apontadas na obra de John Thompson, sociólogo inglês. O livro tem posfácio assinado por Antonio Vicente Marafioti Garnica e Maria Laura Magalhães Gomes, que também fizeram a revisão geral do texto e são responsáveis pelas notas. Foi publicado na Coleção Clássicos, da Editora da UNESP.




Livros, Leis, Leituras e Leitores
Exercícios de Interpretação para a História da Educação Matemática

Organizadores: Antonio Vicente Marafioti Garnica e Maria Ednéia Martins Salandim

Hermenêutica é uma palavra originalmente vinculada à interpretação de textos sagrados, à exegese. No século XVIII, porém, principalmente com Schleiermacher, a hermenêutica ganha formas de uma teoria da interpretação, desvincula-se do domínio da igreja, transfere-se para o âmbito da Filosofia e passa a ser vista como esforço para atribuir significado ao mundo. Compreender e interpretar passam a ser atos inseparáveis de um mesmo movimento, cíclico, de dar sentido às coisas. Hoje, falamos mesmo de uma hermenêutica de formas simbólicas, abarcando com essa expressão todas as criações humanas intencionais e não apenas os textos escritos, objetos por excelência das hermenêuticas clássicas. Este livro, entretanto, volta-se aos textos escritos - livros e legislações - relacionados à cultura escolar e, mais especificamente, à matemática escolar. Em seus capítulos os autores apresentam suas interpretações de algumas fontes históricas usando recursos de análise que fogem à mera descrição dos conteúdos de cada uma dessas fontes, visando, sim, à apreensão de como um texto se faz texto, como é elaborado, como é produzido, como circula e quais são os modos possíveis com que uma determinada comunidade se apropria das mensagens que essas obras, de um modo ou outro, pretendem comunicar, em meio às ideologias que cercam cada uma dessas produções.
O livro possui os seguintes capítulos:

1) Referencial Metodológico da Hermenêutica de Profundidade na Educação Matemática: reflexões teóricas
Mirian Maria Andrade e Fábio Donizeti de Oliveira

2) Uma Aplicação da Hermenêutica de Profundidade nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática para o Ensino Médio
Virgínia Cardia Cardoso

3) Orientar para usar o Livro Didático e usar o Livro Didático para orientar: uma análise do ”Sistema de Notas“ de Jácomo Stávale
Bruno Alves Dassie e Walter Lima Brandão Baptista

4) A Coleção Matemática - Curso Ginasial, do SMSG: uma análise
Tatiane Tais Pereira da Silva e Antonio Vicente Marafioti Garnica

5) As Lições sobre Números entre as Lições de Coisas do Manual de Norman Allison Calkins traduzido por Rui Barbosa
Maria Laura Magalhães Gomes

6) Metodologia do Ensino Primário: um exercício analítico da obra de Theobaldo Miranda Santos no contexto educacional brasileiro
Carlos Souza Padim e Luzia Aparecida de Souza

7) Em defesa de Euclides: um ensaio sobre Euclides e seus Rivais Modernos, de Lewis Carroll (1879)
Rafael Montoito e Antonio Vicente Marafioti Garnica

8) Lacroix, a Instrução Pública e o Ensino de Matemática na França Oitocentista: notas sobre o Ensaios sobre o Ensino em Geral e o de Matemática em Particular
Antonio Vicente Marafioti Garnica, Maria Laura Magalhães Gomes e Mirian Maria Andrade

9) Introdução ao Conhecimento da Esfera
Silvestre-François Lacroix Tradução de Karina Rodrigues




Livro: Euclides e Seus Rivais Modernos
Autor: Lewis Carroll (Charles Lutwidge Dodgson)
Tradução: Rafael Montoito

“Euclides e Seus Rivais Modernos” foi publicado originalmente em 1879, por Charles Lutwidge Dodgson, conhecido internacionalmente como Lewis Carroll (1832-1898). O livro trata de aspectos da Geometria presente em Os Elementos, de Euclides, diante da polêmica alimentada nos meios matemáticos e escolares da segunda metade do século XIX, quando do surgimento de novos livros que contestavam e propunham a substituição dessa Geometria. Coube a Rafael Montoito, em sua tese doutoral, a tarefa da tradução pela primeira vez para a língua portuguesa por meio de um exame hermenêutico da obra, pautado pelos trabalhos de John Tompson e Gerard Genette. Como resultado, emergem três exercícios acadêmicos da maior relevância: a conjugação concreta do verbo traduzir; a análise de uma obra literária científica com fins acadêmicos e a valorização do itinerário de um intelectual criativo e inovador em sua relação pessoal e acadêmica com o seu tempo e a frente do seu tempo.

Inclui:

Prefácio à edição brasileira: Euclides, aliado de Alice, e seus rivais oitocentistas, por Antonio Vicente Marafioti Garnica

A topologia das palavras: um ensaio sobre Matemática e Tradução, por Rafael Montoito




Narrativas sobre história da educação matemática na/para a formação de professores
Autores: Heloisa da Silva e Vinícius Sanches Tizzo

Este livro propõe um diálogo entre diferentes manifestações narrativas sobre matemática e educação matemática a partir do tema estratégias de cálculo, advindas de diferentes comunidades de memória: a dos próprios participantes, a de textos memorialísticos, a de textos didáticos, a de pesquisadores e a de professores de matemática, atualmente, em serviço. Ressalta-se que a problematização histórica de aspectos ligados à formação e à atuação docente facilita a ampliação ou reconstrução do senso de tomada de decisão em situações de ensino de matemática ou do cotidiano por futuros professores.







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